Estou conectado, logo existo

Foto: Robert Doisneau. Em 1946, a moça já queria mobilidade!

E lá vamos nós de novo! Quando a gente pensa que não há mais espaço para invenções e aprimoramentos tecnológicos, surgem novas opções que nos seduzem, instigam e reforçam o conceito de conectividade.

Como palavra de ordem no mundo hoje, a conectividade vem ladeada por suas fiéis escudeiras, a convergência e a mobilidade. Uma pesquisa do braço brasileiro da GFK, a quarta maior empresa do mundo na área de pesquisa de tendências, aponta que o consumidor busca essa fórmula de três ingredientes em todas as categorias de produtos tecnológicos.

Está fora de cogitação, portanto, qualquer aparelho que não ofereça praticidade, conexão à internet, tela de boa visualização e câmera para fazer fotos em boa resolução. Manter-se plugado ao mundo o tempo todo passou a ser condição sine qua non dos habitantes urbanos. Ver um belo por de sol e não fotografar para colocar imediatamente no Instagram? Desperdício. Encontrar os amigos para uma happy hour e não marcá-los em um check-in no Facebook? Lógico que não. Ler um texto interessante em um website e não compartilhar o link no Twitter? Nem pensar.

A convergência entre o que é possível fazer graças à tecnologia e o que as redes sociais proporcionam em termos de alcance é tão forte que, hoje, quase ficamos doentes se saímos de casa sem o celular ou se temos uma semana pela frente em uma praia paradisíaca sem sinal de internet. Afinal, é preciso postar as fotos no Facebook em tempo real!

O mesmo estudo da GFK Brasil, baseado no consumo de 71 categorias de produtos entre janeiro e agosto de 2012, mostrou que nesse período houve incremento de 55% no número de smartphones vendidos no Brasil, em relação ao mesmo período de 2011. Os fabricantes jogaram no mercado 40 modelos diferentes, contra os 28 existentes em 2011. Não foi só a quantidade – a qualidade também melhorou, com a sofisticação de uma série de recursos, entre eles processador, memória, capacidade de conexão e câmeras mais potentes.

Mais espantoso foi o crescimento do número de tablets no país: 267% do primeiro semestre de 2011 para o mesmo período de 2012. A estimativa da GFK é de que o faturamento relativo a esse tipo de produto tenha experimentado um salto de 49% até o final de 2012, e que cresça mais 20% em todo o mundo em 2013.

O fato é que o desejo de compartilhar suas experiências em tempo real, através das redes sociais, tem alimentado a indústria de telecom e de produtos eletrônicos, gerando um mundo cada vez mais interligado, mais próximo e aberto, e assustadoramente mais rápido.

[por Mariela Castro]

Mídias Sociais

É republicado do Socialstar Site

from SocialStar – Feed http://bit.ly/1P2h42r
via http://bit.ly/1Wua3tq

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